quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Resenha - Se Você Fosse Minha

Título: Se Você Fosse Minha
Autor: Bella Andre
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581632759
Altura: 23cm
Largura: 16cm 
Profundidade: 2,1cm
Acabamento: Brochura
Fáixa Etária: a partir de 12 anos
Edição: 1 / 2013
Idioma: Português
Preço Sugerido: R$ 21,90
Número de Páginas: 320
Tradutor: Ivar Panazzolo Jr. 



Sinopse 

Zach, o mais arredio dos Sullivan, é mecânico e corredor de pista de alta velocidade. Suas únicas preocupações são: como gastar seu dinheiro e com que mulher passar a próxima noite... Até que ele recebe a  difícil tarefa de cuidar do filhote de yorkshire de seu irmão por duas semanas - um total contratempo para um homem como ele.

Mas Zach não tem como negar este favor a Gabe e, muito a contragosto, acaba aceitando cuidar de Ternurinha, a cachorrinha que, para piorar, é um terror e certamente precisa de treinamento.
Heather Linsey não acreditava que teria de treinar o filhote do arrogante Zach Sullivan. De todos os homens que já conhecera, Zach era o mais atrevido. Palavras como arrogante, esnobe, pretencioso cabiam especialmente bem no mecânico da família Sullivan.
Além disso, a beleza e o charme de Zach eram desconcertantes e a atração entre eles, inevitável... Heather estava francamente disposta a negar esse trabalho, mas teve que pensar duas vezes antes de recusar, pois fora indicada por uma grande amiga.
De qualquer forma, ela sabia que podia controlar as investidas de Zach Sullivan, caso ele se mostrasse desrespeitoso. O que ela não sabia é que sua rejeição ia despertar os mais profundos e obstinados desejos no mecânico...


Por Maria Netta

Heather Linsey e Zach Sullivan são pessoas totalmente diferentes (ela é treinadora de animais e ele é dono de uma rede de oficinas mecânicas e apaixonado por velocidade), porém são semelhantes quando o assunto é amor. Marcados por traumas do passado, estavam abertos a relação (até mesmo porque, ninguém é de ferro!); desde que não houvesse nada além de sexo, estava tudo bem. O que eles não contavam era que uma pessoa em comum estava prestes a mudar suas vidas drasticamente.

Assim que bateu os olhos em Heather (pois ela seria treinadora de Ternurinha, uma cadelinha yorkshire que fora deixada sob seus cuidados por seu irmão Gabe por duas semanas), Zach sabia que ela teria que ser sua. Ele não dispensava belas mulheres e muito menos uma boa noite de sexo, desprovido de qualquer compromisso. Mas Heather não era como as mulheres que ele estava acostumado a ter em sua cama. Havia algo nela que o incitava, que ele a desejasse cada vez mais a ponto de tornar o desafio deliciosamente prazeroso.

Não fosse por seu amor por animais e pela afeição gratuita de Atlas, seu dog alemão pela travessa Ternurinha, Heather jamais teria aceitado o trabalho. Mas com o passar dos dias, Heather começou a ver um lado do magnata sedutor que não esperava conhecer. Debaixo daquela máscara de “tenho tudo sob controle”, existia um homem com um coração enorme e de uma generosidade sem tamanho. A atração e o desejo gritavam dentro dela, num caleidoscópio de emoções que ela jamais se permitira sentir por alguém. Mesmo dizendo a si mesma que o queria o mais longe possível e que a relação entre eles era estritamente profissional, todas as células de seu corpo o desejavam.

Mas Zach tinha que piorar tudo para ela ao beijá-la inesperadamente e a única solução para que Heather não se deixasse trair por seus sentimentos, era fazer um acordo entre os dois. Restava saber agora qual das duas partes iria se render primeiro.

Posso contar nos dedos quantos livros prenderam a minha atenção a ponto de lê-lo em apenas um dia! Claro que a história também ajuda e esta leitura (que deixei de lado por falta de tempo durante dois meses) me prendeu no sofá, roendo as unhas de curiosidade pelo desfecho (que por sinal é lindo!!!) e me perdendo na narração da autora que faz a nossa imaginação correr solta ao transcorrer de cada cena. Embora tenha surgido no mercado editorial recentemente uma infinidade de livros do gênero, “Se Você Fosse Minha” é uma história linda, romântica e sensual, que apesar das cenas de sexo, não se perde do foco inicial que é o trauma de ambas as personagens e a superação deles.






sábado, 21 de dezembro de 2013

KOBO GLO

Comprei!
Depois de muito tempo questionando se realmente valia a pena ou não e qual das duas marcas comprar... Optei pelo e-reader da Kobo. E o escolhido foi o modelo Glo.
O preço ainda está salgado, R$479,00. Muito para um Gadget desse. E acho que até o preço de livros deviam ser menores. Mesmo sendo escritora, é isso que penso...

Mas vamos ao que interessa!
Comprei pela Livraria Cultura.
Por que? Bem, agora com a faculdade, meu romance em fase de revisão, minha casa não ter espaço, mais o fato de ler em torno de 50/60 livros ao ano eu realmente precisava de um “ajudante” desses. Ele cumpre o que promete, lê arquivos PDF e ePUB muito bem entre outros.
O PDF lê até bem demais, pois este tipo de dispositivo não foi feito para isso. É lindo, pequeno, prático, realmente a tela não cansa a visão, mesmo com a luz acesa. E a leitura flui... Claro não substitui em nenhum momento um bom livro físico, folhas, cheirinho de papel novo (ou velho que eu mais ainda pelo fato de ter história)... Mas é uma ótima alternativa para alguém que, como eu, precisa de praticidade e economizar espaço.

Ou eu optava por um e-reader, ou desistia de ler... Lendo no computador iria acabar ganhando um descolamento de retina. Todo vez que tinha que ler algo um pouco mais extenso acabava com dor de cabeça.

Ele é touch, vem com o cabo USB, 2giga de memória interna e entrada para cartão micro de memória expansível a 32 gigas (não vem com o cartão). Wi-Fi, você pode ler e compartilhar o que esta lendo com seus amigos do Facebook... Tem a opção de várias cores, azul, prata, pink e preto.http://www.livrariacultura.com.br/scripts/busca/busca.asp?ngrupo=glo-kobo

Confiram:

O meu é pink (Claro!) e é lindo!




Se quiserem saber mais se sintam à vontade para perguntar, que se eu souber responderei com o maior prazer!

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Absinto





Absinto

Nota: O absinto é uma bebida destilada feita da losna. Anis, funcho e outras ervas, também podiam entrar na composição. Foi criado e utilizado primeiramente como remédio pelo Dr. Pierre Ordinaire, um médico francês que morava em Couvet, na Suíça, por volta de 1792.

A bebida começou a ter conotações negativas devido à sua popularidade, apesar de não ser diferente de qualquer outra bebida alcoólica.
Para apreciação de novos odores, era servido com torrão de açúcar e láudano, este último um opióide. Sem o láudano, atualmente pode ser consumido com água, que reduz a graduação alcoólica da bebida. Desta forma, sobre o copo com a bebida é colocada uma colher perfurada que sustenta o torrão de açúcar, e por onde passará a água gelada que será vertida lentamente sobre o torrão.
Tem geralmente uma cor verde pálida, transparente ou, se envelhecido, castanho claro.
Criada originalmente como infusão medicinal pelo médico francês, com uma percentagem de álcool muito elevada de 40% e 89,9%, na Belle Époque tornou-se a bebida da moda.
O absinto foi especialmente popular na França, sobretudo pela ligação aos artistas parisienses de finais do século XIX e princípios do século XX, até a sua proibição em 1915, tendo ganhado alguma popularidade com a sua legalização em vários países. É também conhecido popularmente de fada verde em virtude de um suposto efeito alucinógeno. Charles Baudelaire, Paul Verlaine, Arthur Rimbaud, Van Gogh, Oscar Wilde, Henri de Toulouse-Lautrec, Edgar Allan Poe e Aleister Crowley eram adeptos da fada verde. Em 1873, após uma noite de consumo de absinto, o poeta Paul Verlaine atirou em Arthur Rimbaud, seu amante na época. Van Gogh, além de suas perturbações inatas, estava sob o efeito do absinto quando cortou a própria orelha e agrediu Gauguin.
Hoje se sabe que os efeitos supostamente alucinógenos da bebida nunca foram comprovados, e o absinto é considerado perfeitamente normal para o consumo. Este fato levou muitos países a liberarem a produção, venda e consumo do absinto, como vários países da Europa, Estados Unidos e Brasil.
Em 1999 no Brasil, foi trazida pelo empresário Lalo Zanini e legalizada no mesmo ano, porém teve de adaptar-se à lei brasileira, com teor alcoólico máximo de 54°GL.






 O absinto é extremamente alcoólico, é muito amargo, por costume se derrama água sobre um torrão de açúcar em uma colher perfurada. Antigamente se pingava uma gota de Láudano em cima deste torrão para dar uma “apimentada” no Absinto.
Os boêmios e artistas do séc. XVIII, XIX e início do séc. XX eram adeptos da “Fada Verde”. Usado por estes como estimulante da criatividade. Vincent van Gogh, Oscar Wilde, Ernest Hemingway, Charles Baudelaire, entre outros…
Era elegante, romântico beber absinto e tanto mulheres quanto homens usavam dela para criar, sejam escritores, atores, pintores ou cantores.
Por essas e outras é que escolhemos este para dar nome ao blog.






Ao contrário do que possa pensar eu, Marjory Tolentino, não bebo bebidas alcoólicas quase nunca. Limito meu vício literário ao café mesmo. Vez lá ou outra “bebisco” uma cerveja, coisa raríssima. O nome do blog se vai ao fato desta bebida linda estar ligada de forma tão íntima a muitos escritores, os quais eu admiro muito. Sabe a frase “Meus heróis morreram de overdose”? Pois bem, os meus morreram na grande maioria de tristeza, alcoolismo, tristeza, alcoolismo, ai, tristeza...
Estamos abrindo este espaço, eu e Maria Netta, para mostrar um pouco da nossa visão sobre literatura, cinema e música. Formas artísticas belas e expressivas.





Fonte: Wikipédia; Rusmea.com
(O texto foi inspirado nas matérias de tais páginas, porém foram adaptados.)