sábado, 21 de dezembro de 2013

KOBO GLO

Comprei!
Depois de muito tempo questionando se realmente valia a pena ou não e qual das duas marcas comprar... Optei pelo e-reader da Kobo. E o escolhido foi o modelo Glo.
O preço ainda está salgado, R$479,00. Muito para um Gadget desse. E acho que até o preço de livros deviam ser menores. Mesmo sendo escritora, é isso que penso...

Mas vamos ao que interessa!
Comprei pela Livraria Cultura.
Por que? Bem, agora com a faculdade, meu romance em fase de revisão, minha casa não ter espaço, mais o fato de ler em torno de 50/60 livros ao ano eu realmente precisava de um “ajudante” desses. Ele cumpre o que promete, lê arquivos PDF e ePUB muito bem entre outros.
O PDF lê até bem demais, pois este tipo de dispositivo não foi feito para isso. É lindo, pequeno, prático, realmente a tela não cansa a visão, mesmo com a luz acesa. E a leitura flui... Claro não substitui em nenhum momento um bom livro físico, folhas, cheirinho de papel novo (ou velho que eu mais ainda pelo fato de ter história)... Mas é uma ótima alternativa para alguém que, como eu, precisa de praticidade e economizar espaço.

Ou eu optava por um e-reader, ou desistia de ler... Lendo no computador iria acabar ganhando um descolamento de retina. Todo vez que tinha que ler algo um pouco mais extenso acabava com dor de cabeça.

Ele é touch, vem com o cabo USB, 2giga de memória interna e entrada para cartão micro de memória expansível a 32 gigas (não vem com o cartão). Wi-Fi, você pode ler e compartilhar o que esta lendo com seus amigos do Facebook... Tem a opção de várias cores, azul, prata, pink e preto.http://www.livrariacultura.com.br/scripts/busca/busca.asp?ngrupo=glo-kobo

Confiram:

O meu é pink (Claro!) e é lindo!




Se quiserem saber mais se sintam à vontade para perguntar, que se eu souber responderei com o maior prazer!

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Absinto





Absinto

Nota: O absinto é uma bebida destilada feita da losna. Anis, funcho e outras ervas, também podiam entrar na composição. Foi criado e utilizado primeiramente como remédio pelo Dr. Pierre Ordinaire, um médico francês que morava em Couvet, na Suíça, por volta de 1792.

A bebida começou a ter conotações negativas devido à sua popularidade, apesar de não ser diferente de qualquer outra bebida alcoólica.
Para apreciação de novos odores, era servido com torrão de açúcar e láudano, este último um opióide. Sem o láudano, atualmente pode ser consumido com água, que reduz a graduação alcoólica da bebida. Desta forma, sobre o copo com a bebida é colocada uma colher perfurada que sustenta o torrão de açúcar, e por onde passará a água gelada que será vertida lentamente sobre o torrão.
Tem geralmente uma cor verde pálida, transparente ou, se envelhecido, castanho claro.
Criada originalmente como infusão medicinal pelo médico francês, com uma percentagem de álcool muito elevada de 40% e 89,9%, na Belle Époque tornou-se a bebida da moda.
O absinto foi especialmente popular na França, sobretudo pela ligação aos artistas parisienses de finais do século XIX e princípios do século XX, até a sua proibição em 1915, tendo ganhado alguma popularidade com a sua legalização em vários países. É também conhecido popularmente de fada verde em virtude de um suposto efeito alucinógeno. Charles Baudelaire, Paul Verlaine, Arthur Rimbaud, Van Gogh, Oscar Wilde, Henri de Toulouse-Lautrec, Edgar Allan Poe e Aleister Crowley eram adeptos da fada verde. Em 1873, após uma noite de consumo de absinto, o poeta Paul Verlaine atirou em Arthur Rimbaud, seu amante na época. Van Gogh, além de suas perturbações inatas, estava sob o efeito do absinto quando cortou a própria orelha e agrediu Gauguin.
Hoje se sabe que os efeitos supostamente alucinógenos da bebida nunca foram comprovados, e o absinto é considerado perfeitamente normal para o consumo. Este fato levou muitos países a liberarem a produção, venda e consumo do absinto, como vários países da Europa, Estados Unidos e Brasil.
Em 1999 no Brasil, foi trazida pelo empresário Lalo Zanini e legalizada no mesmo ano, porém teve de adaptar-se à lei brasileira, com teor alcoólico máximo de 54°GL.






 O absinto é extremamente alcoólico, é muito amargo, por costume se derrama água sobre um torrão de açúcar em uma colher perfurada. Antigamente se pingava uma gota de Láudano em cima deste torrão para dar uma “apimentada” no Absinto.
Os boêmios e artistas do séc. XVIII, XIX e início do séc. XX eram adeptos da “Fada Verde”. Usado por estes como estimulante da criatividade. Vincent van Gogh, Oscar Wilde, Ernest Hemingway, Charles Baudelaire, entre outros…
Era elegante, romântico beber absinto e tanto mulheres quanto homens usavam dela para criar, sejam escritores, atores, pintores ou cantores.
Por essas e outras é que escolhemos este para dar nome ao blog.






Ao contrário do que possa pensar eu, Marjory Tolentino, não bebo bebidas alcoólicas quase nunca. Limito meu vício literário ao café mesmo. Vez lá ou outra “bebisco” uma cerveja, coisa raríssima. O nome do blog se vai ao fato desta bebida linda estar ligada de forma tão íntima a muitos escritores, os quais eu admiro muito. Sabe a frase “Meus heróis morreram de overdose”? Pois bem, os meus morreram na grande maioria de tristeza, alcoolismo, tristeza, alcoolismo, ai, tristeza...
Estamos abrindo este espaço, eu e Maria Netta, para mostrar um pouco da nossa visão sobre literatura, cinema e música. Formas artísticas belas e expressivas.





Fonte: Wikipédia; Rusmea.com
(O texto foi inspirado nas matérias de tais páginas, porém foram adaptados.)